🖼️ Veneração de Imagens em 787 d.C.: A Definição do Segundo Concílio de Niceia
Em 787 d.C., a Igreja enfrentava uma das maiores crises teológicas e políticas de sua história: a controvérsia sobre o uso de imagens no culto cristão . O desfecho aconteceu no Segundo Concílio de Niceia , um marco decisivo para o cristianismo oriental e ocidental . Mas afinal: foi autorização para idolatria? Defesa da Encarnação? Decisão política? Vamos entender profundamente. 📖 1️⃣ O Contexto Antes de 787 Nos séculos VIII e IX, o Império Bizantino vivia intensa instabilidade política, militar e religiosa. O avanço islâmico — que condenava imagens religiosas — influenciou debates internos na Igreja. Surge então o movimento iconoclasta (do grego eikon = imagem; klastein = quebrar). 🔥 O que defendiam os iconoclastas? Imagens violavam Êxodo 20:4-5 Eram uma forma de idolatria Corrompiam a pureza do cristianismo primitivo Deus é invisível e não pode ser representado O principal impulsionador foi o imperador Leão III , que por volta de 726 ordenou a remoção de í...